Concordo com os dois. Eu mantenho stock picking abaixo de 20% da RV — o resto em ETFs e fundos.
Pra mim, a regra prática é: se não tenho tempo de ler balanço e acompanhar resultados, não aumento posição individual.
Eu trato ações individuais como satélite, não núcleo. ETFs carregam diversificação barata; stock picking exige acompanhamento constante. Se o tempo para analisar cai, reduzo a parcela — não force convicção sem manutenção.
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Tenho ETFs e algumas ações que acompanho há mais tempo. Sinto que analisar empresa por empresa consome tempo, mas também gosto de ter convicção em alguns papéis. Como vocês decidem o tamanho da parcela em stock picking versus ETFs?